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Psicologia Intercultural Ltda
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Expatriados.com
um novo desafio para os rhs interculturais, 2009
Andréa Sebben (organizadora)
O Livro
Organizado por Andréa Sebben e prefaciado por Ralph Peter Henderson, representante do Ministério das Relações Exteriores, expatriados.com traz artigos que tratam de diferentes situações envolvendo a expatriação a partir da visão de pessoas que viveram ou vivem essa experiência. Profissionais de empresas como HSBC, AGCO, BOSCH, VIVO, Construtora Odebrecht, Alstom, CATERPILLAR, Yara Brasil, EMDOC, K.D. Feddersen do Brasil, Universidade do Futebol, Maersk, Club Med, Overseas, Grupo RBS, MSA Consultoria em RH e Bematech, relatam sua experiência como expatriado e analisam a expatriação a partir de diferentes pontos-de-vista.
Alguns artigos são leves e divertidos, dando voz a casais e famílias que contam sua história como acompanhantes de um profissional que está sendo expatriado ou revelam como se sentem aqueles que ficam. São histórias sinceras e reveladoras de cumplicidade e apoio. Um casal que vê a separação por um determinado período como forma de crescimento profissional ou o companheiro que abre mão de sua vida profissional em prol do futuro do parceiro são alguns exemplos das situações descritas no livro.
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Os Nortes da Bússola
Manual para conviver e negociar com culturas estrangeiras, 2005
Andréa Sebben e Fernando Dourado
O lançamento da Editora Artes e Ofícios é destinado a todos que viajam para outros países, mas especialmente aos executivos modernos, pois cada vez mais as empresas se globalizam e enviam seus funcionários para outros mercados. Eles vão negociar com povos de diferentes culturas, lançar produtos e integrar projetos internacionais. Situações que podem tirar o executivo de seu país por dias, semanas, meses e anos. “Hoje não basta saber vários idiomas, tem que ser intercultural”, disse a psicóloga Andréa Sebben.
A combinação da experiência prática de Fernando Dourado Filho - um viajante inveterado, diretor de exportação de grandes empresas brasileiras - com o conhecimento científico de Andréa Sebben - psicóloga especializada em treinamento intercultural-, resultou em um livro denso e, ao mesmo tempo, fácil de ser lido. Andréa integra a IACCP (International Association for Cross Cultural Psychology).
Dividido em 13 partes, o livro “Os Nortes da Bússola” aborda muito bem a questão do jeito de ser do brasileiro, antes de entrar nas demais culturas. Mostra também a dura vida de quem viaja muito e ajuda a lidar com a rotina de aeroportos, hotéis, a saudade de casa e a ausência constante da empresa, fonte de paranóias para muitos executivos.
Um capítulo bastante interessante apresenta ao leitor casos de estresse aculturativo. Em um deles, narra a trajetória de um executivo que da noite para o dia passa a negociar com representantes da América Latina sem nem imaginar como é a cultura de cada um desses povos. “A viagem é a arte do encontro, fatalmente do encontro consigo mesmo”, diz a psicóloga Andréa Sebben, que destaca a importância de conhecer o modo de agir do brasileiro – o jeitinho, “se Deus quiser”, a síndrome do amanhã e outras características - para compreender eventuais conflitos no relacionamento com outras culturas.
O treinamento intercultural já é adotado por empresas como Alston, Xerox Company, Citibank, Harvard University no exterior, e aqui no Brasil a Embratur e os Conventions Bureaus já lançam mão da ferramenta, ainda pouco conhecida. Treinados, os executivos ganham auto-confiança, elevam a auto estima e conseguem se integrar melhor ao país que vão visitar ou fazer negociações. “O executivo multicultural sabe se comportar em qualquer país, recebe bem em sua terra natal, é curioso, criativo e um grande negociador, habilidades que são desenvolvidas a partir do treinamento intercultural, que educa a sensibilidade do executivo”, define a psicóloga Andréa Sebben.
Os países
No livro, os autores apresentam as principais características culturais da China Japão, países árabes, Índia, países latinos como Chile, Peru, México, Argentina, Colômbia, e mais Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Suécia, Leste Europeu, Europa Central, Rússia e Estados Unidos. Mas a todo momento evitam fugir das receitas simplistas de comportamento, embora tragam informações bastante úteis. É bom saber, por exemplo, que os chineses valorizam a pontualidade e é comum que agradeçam o tempo dedicado pelo outro à reunião. Eles esperam que façamos isso também. Com os japoneses é bom evitar expressões como “essa decisão está me levando para o inferno” ou “deste jeito estamos indo de encontro a uma catástrofe”. Eles interpretam literalmente e podem ficar assustados.
Quem negocia com alemães vai logo perceber, segundo os autores, que eles fazem perguntas pertinentes à qualidade do produto em questão e lêem toda e qualquer literatura técnica que for deixada como material de apoio. Na Itália, os autores recomendam que se evite dar presentes a alguém profissionalmente até receber um presente antes. Parece estranho para nós, mas é como se comportam.
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Intercâmbio Cultural:
para entender e se apaixonar
Editora Artes & Ofícios, 2007 -
Andréa Sebben
O Livro
O sonho de morar fora do Brasil e conviver com pessoas de culturas diferentes nem sempre é fácil. Vários fatores influenciam nesta mudança de vida que requer grande preparo emocional, coragem, determinação e clareza de objetivos. Este livro engloba todos esses temas no relato comovente, hilário e ao mesmo tempo aflito de pais, mães e jovens brasileiros ao redor do mundo. Ao mesmo tempo relato das famílias hospedeiras, daqueles que ficam esperando e daqueles que já retornaram.
Por que uma família estrangeira quer receber meu filho? Por que eu devo permitir que meu filho vá? E se eu não me adaptar? E se lês não gostarem de mim? Essas e outras perguntas são respondidas ao longo do diálogo honesto e emocionante que a expert Andrea Sebben têm com seus jovens brasileiros e estrangeiros ao redor do mundo, assim como suas famílias originais e de acolhida.
Segundo Andréa Sebben, psicóloga culturalista membro da Internacional Association for Cross-Cultural Psychology, trata-se de uma experiência complexa e com muito mais impacto do que uma viagem de turismo. Para ela, o brasileiro sente mais essa situação por “ser extremamente etnocêntrico e também por sair do país desconhecendo as nuances culturais das relações do outro país, e principalmente dele como brasileiro.” Andréa Sebben fala com o conhecimento de quem prepara tanto pessoas que vão, como no aconselhamento e apoio daquelas que já estão no exterior e passam pelo processo de adaptação com o idioma, colegas de trabalho ou escola, a família hospedeira, os alojamentos com outros estrangeiros, regras culturais, a saudade, a distância dos amigos e familiares no Brasil, enfim, tudo o que abarca uma experiência migratória.
Para Andréa há que compreender e conhecer a cultura de outros povos, porque para ela não basta saber um idioma e um pouco de etiqueta internacional, pois isso todos que vão para o exterior já sabem. Há que buscar um diferencial, um instrumento que possa realmente capacitar o sujeito para o sucesso no cenário internacional e este é um dos objetivos deste livro.
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Intercâmbio Cultural:
um guia de educação intercultural para ser cidadão do mundo
Editora Artes & Ofícios, 2007 -
Andréa Sebben
O Livro
Ser cidadão do mundo, é de uma experiência complexa e com muito mais impacto do que uma simples viagem de turismo. O sonho de morar fora do Brasil e conviver com pessoas de culturas diferentes nem sempre é fácil. Vários fatores influenciam nestas mudanças de vida, como no próprio organismo e o estado físico da pessoa que deve estar preparada. Para Andréa Sebben, o brasileiro sente mais essa situação conflitante por ser extremamente etnocêntrico e também por viver no único país do mundo que não possui dialetos. Segundo a autora, “o problema aumenta quando a pessoa sai do Brasil desconhecendo a cultura do outro país, mas mesmo assim levando a ilusão de que lá fora é melhor”.
Andréa Sebben fala com o conhecimento de quem prepara tanto pessoas que irão, assim como aquelas que já estão no exterior e não conseguiram adaptar-se com o idioma, os colegas de trabalho, a escola, a família hospedeira, etc. - ESGOTADO
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Um estudo exploratório sobre o intercâmbio cultural à luz
da psicologia e da educação interculturais
Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Psicologia como parte das Exigências do Exame de Qualificação para a Obtenção ao Grau de Mestre em Psicologia
Universidade Federal de Santa Catarina, 2000
O presente trabalho investiga as diferentes etapas de um programa de intercâmbio cultural, à luz dos pressupostos da Psicologia Intercultural e da Educação Intercultural, a fim de averiguar quais estratégias de aculturação são utilizadas pelos intercambistas e formas de otimizá-las.
Foram aplicados questionários com o suporte do WHO Cross-National Survey (Sam, 1994a), Stressful Acculturation Experience (Sam, 1991c), Acculturation Attitude Scales (Berry, 1992) e o Ethnic Self-Identity (Drieger, 1976) em 147 adolescentes e 88 casais pais de intercambistas, redundando em 235 sujeitos.
Os dados levantados permitem identificar as expectativas de pais e intercambistas no período pré-embarque e a realização das mesmas no período decorrente e ao final do intercâmbio (aquisição linguistíca, tornar-se mais responsável, independente, flexível, tolerante); os sintomas psicossomáticos presentes nos primeiros meses de adaptação (excesso de sono, cefaléia, dor nas costas, irregularidade intestinal); bem como as áreas onde se concentram as maiores dificuldades (adaptação às regras do hospedeiro, alimentação, diferenças culturais e idioma) e os recursos utilizados pelos adolescentes para superá-las.
Dentre as estratégias de aculturação formuladas por Berry, encontramos nos resultados da pesquisa a integração como a escolha principal dos sujeitos investigados.
Palavras-chaves: intercâmbio cultural, aculturação, psicologia intercultural, educação intercultural.
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Tornar-se cidadão do mundo é o resultado de uma experiência migratória?
XXIV Congresso Internacional de Psicologia Aplicada
Madrid, Espanha, 1994
A pesquisa a seguir descreve os sentimentos comuns das pessoas antes, durante e depois de uma imigração. Como resultado de tal experiência comprova-se o sentimento de “ser de nenhum lugar e de todos ao mesmo tempo”, chamado assim de ser cidadão do mundo. Foram entrevistados 600 sujeitos e utilizada a análise compreensiva de base fenomenológica de Giorgi (1988). Apresenta também a experiência migratória norteada de variáveis como o tempo e os objetivos (determinados ou não), as condições pregressas (antes da partida, os sentimentos das pessoas que ficaram), a possibilidade de retorno ou não ao país de origem, a relação com o idioma estrangeiro e a comida, a adaptação e a não-adaptação e a readaptação ao país de origem.
Palavras-chaves: cidadão do mundo, migração, identidade, sentimentos, partir, retornar. |
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