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Caxias do Sul exporta mão de obra para outros países.
Somente dois dos maiores grupos da cidade tem 93 funcionários brasileiros no exterior Por Kelly Isis Pelisser | kelly.pelisser@pioneiro.com Caxias do Sul não exporta somente uma média mensal de US$ 68 milhões em produtos industrializados, mas também mão de obra. Cada vez mais, o conhecimento técnico dos moradores da Serra conquista espaço no mercado internacional. Alguns dos expatriados se inscreveram em seleções no Brasil a uma vaga no exterior, outros foram designados por suas empresas a trabalhar em unidades lá fora. Longe da vida de turista, o desafio de viver em outro país traz ganhos para a carreira, mas também perdas, como a saudade da família e amigos.
Para se ter uma ideia, somente dois dos maiores grupos de Caxias, Randon e Marcopolo, têm juntos 93 funcionários brasileiros trabalhando no exterior. Conforme a psicóloga culturalista Andrea Sebben, que mantém um escritório para acompanhar jovens estudantes, executivos expatriados e jogadores de futebol que passarão uma temporada fora do Brasil, a migração é um processo complexo que envolve o expatriado, o anfitrião, a empresa e a família que fica.
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