
Zero Hora
Matéria Publica em ZeroHora.com em 23 de agosto de 2010
Cabeça de Inglês
Aprender inglês, entender a mão invertida do trânsito britânico e estudar os hábitos locais são lições básicas, mas Sandro foi além. Mergulhou numa preparação para compreender a mentalidade dos ingleses e dos novos companheiros do Tottenham. Hoje, depois de visitar parentes em Brasília, ele embarca para Londres e começa a nova vida.
Nos últimos três meses, Sandro encarou o treinamento intercultural organizado pelas psicólogas Andrea Sebben e Gabriela Ribeiro. Ao todo, foram 16 horas do curso. As informações mais clássicas, como vestuário e gastronomia, ficaram restritas a singelas folhas de papel. O futuro expatriado – aquele que deixa seu país de origem – imergiu em aulas de antropologia e sociologia num encontro mais terapêutico do que educacional.
– Expliquei para ele, por exemplo, como o brasileiro tende a fugir da culpa e da responsabilidade. O que acontece é culpa do governo, do frio, do destino, do trânsito. Povos anglo-saxões, como na Inglaterra, são o que chamamos de controle, ‘a responsabilidade é minha' – exemplifica Andrea.
Em 15 anos, Andrea já treinou mais de 10 mil expatriados, 26 atletas entre eles, sendo três profissionais – Sandro foi o mais conhecido. A psicóloga usa um confronto entre Zeca Pagodinho e Frank Sinatra como ilustração da sua tese: enquanto um canta “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”, o outro canta “I did it my way” (Eu fiz do meu jeito).
Sandro decidiu-se pelo treinamento por indicação de Guiñazu e Índio, vizinho de Andrea na Capital. Incomodados com a agonia do volante, eles o apresentaram à psicóloga. O jogador e seu empresário Luiz Paulo, 29, que o acompanhará em Londres, investiram R$ 5 mil no curso.
– Isso tem me ajudado a ver que não é um bicho de sete cabeças. Como a Andrea diz, ninguém está preparado para sair do seu país. Entender isso é importante – diz Sandro.
A turma de alunos contava com a mulher de Sandro, Suyê, e a de Luiz. Os pais do volante também tiveram encontro com a psicóloga quando vieram de Minas Gerais visitá-lo.
O sucesso de uma migração como essa, explica Andrea, é o bem-estar do hóspede, do hospedeiro e da família pregressa. Ou seja, de Sandro, dos ingleses com os quais conviverá e de seus pais no Brasil. Então, saber dosar a saudade é fundamental.
– Meus pais já sabem que não devem ficar falando muito do Brasil para mim. Preciso construir vínculos lá, falar com os vizinhos e construir uma vida – diz o jogador, cujos temas de casa incluíram filmes como O Diário de Bridget Jones e séries como Os Normais e A Grande Família.
Mineiro de Riachinho, cidade de menos de 10 mil habitantes no interior de Minas, Sandro brincava com a saudade do pão-de-queijo e do feijão. Mas aprendeu que deve minimizar a importância deles. O apego pelas coisas do Brasil, segunddo Andrea, é um dos principais motivos da volta.
– Muitos se comportam como caramujos, levam a família toda, empregada, só comem comida brasileira. Quero tirar o Sandro dessa bolha – explica a psicóloga.
Além das 16 horas de conversa e apresentação de slides, Andrea e a sócia ficam de plantão para receber ligações ou chamados via internet enquanto o expatriado estiver fora. Sandro decidirá se a ajuda será necessária. Pelo preparo, Andrea deverá receber poucos chamados:
– Nem estou ansioso mais.
PRISCILA MONTANDON
ZeroHora.com
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 21 de agosto de 2005.
INTERCÂMBIO DECISIVO
Quando os três bons motivos para ir são os mesmos para não ir. Tem-se uma idéia do rebuliço emocional que uma experiência no Exterior pode provocar antes, durante e depois do retorno. Os motivos para ir: ficar longe dos pais, fazer novos amigos, conhecer um outro país. Os motivos para não ir: saudades dos pais, dos amigos e ficar longe de sua cidade. A ambivalência, o risco e a solidão são os desafios a serem superados pelos jovens que planejam intercâmbio ou trabalhar fora do país.
CONSELHOS
As perdas e os ganhos sã os mesmos, O ganho, porém, está no abstrato. Você sabe o que está perdendo, mas não o que vai ganhar. Então, uma parte sua quer ir. A outra, ficar – explica Andréa Sebben, psicóloga que há 12 anos orienta jovens na empreitada.
Conforme Andréa, a maioria das pessoas, diante da perspectiva de uma experiência no Exterior, tem uma visão romântica sobre o que vai passar. Engana-se quem acha que vai apenas respirar cultura ou, no caso de trabalhos remunerados, ter um início de carreira glamuroso. O conselho da psicóloga é buscar orientação:
- Não existe experiência migratória sem medo.
Confira abaixo as dicas da psicóloga. Para saber mais, consulte o site www.andreasebben.com.br
• Viver fora do país não é difícil pelo choque de culturas, mas pelo choque contra seus próprios valores e costumes. A experiência é um encontro com você mesmo. Por isso, adianta muito pouco o fato d e ela ter sido maravilhosa ou horrível para um amigo.
•Estude o idioma do país de destino até a véspera da viagem, mesmo que esteja indo para aprender mais sobre a língua.
• Leia e assista filmes sobre o país de destino. Isso ajuda a evitar a olhar as coisas com os óculos da própria cultura.
• O primeiro mês é caótico. Você vaio querer voltar. Por isso, é preciso ter metas claras antes de viajar. Uma vez lá, tenha paciência, autoconfiança e perseverança.
• Não vá com espírito de “hóspede” eternamente. Você deve ir afim de somar. Gostou ou não gostou do lugar? Essa não é uma pergunta. O certo é: como posso ser feliz aqui e fazer feliz quem está comigo?
• Se, no segundo mês no local, você já está mais tranqüilo, o terceiro mês é um desafio: você já não novidade, nem vê o local e as pessoas como novidade. É o momento de se consolidar os afetos e desafetos. No quarto mês, em geral, você já vai estar mais confortável.
• Evite levar webcams e fotos, falar toda hora com quem ficou. A rapidez da adaptação é proporcional a capacidade de se desvincular.
• Busque orientação com profissionais especializados no encaminhamento de jovens. Eles vão analisar sua personalidade, as possibilidades de destino e também o que você deixa aqui. Talvez identifiquem que essa não é hora de você viajar.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada na Zero Hora, no dia 18 de março de 1997, por Diego Araújo
PSICOLOGIA AJUDA QUEM ESTUDA NO EXTERIOR
Agências oferecem atendimento psicológico para aplacar a ansiedade dos jovens antes do intercâmbio cultural
Morar um tempo fora do país, aprender um novo idioma e conhecer pessoas e culturas diferentes. Mesmo sendo permitido para poucos, é um desejo acalentado por muitos jovens brasileiros e incentivado por um grande número de pais. Anualmente, centenas de adolescente saem de casa temporariamente para buscar aventura em solo estrangeiro. NO exterior, vivem em casas de famílias desconhecidas, que não falam uma falam uma palavra sequer em português. De experiência de vida a uma forma acelerada de aprender um idioma, o intercâmbio cultural a cada ano ganha mais adeptos. O crescimento do número de interessados levou as instituições que agenciam programas de intercâmbio cultural com outros países a investir em um acompanhamento psicológico para quem pretende voltar da viagem de estudos só com boas histórias para contar.
Um telefonema colocou em pânico uma família de Porto Alegre. O filho que estava fazendo um curso de inglês nos Estados Unidos ligou para a mãe pedindo ajuda. Ele denunciou que a proprietária da casa onde estava hospedado – chamada de mãe adotiva pelos intercambistas – havia lhe dado ração de cachorro para comer. Ouvindo a reclamação do filho, a mãe, determinada, ligou para a agência: queria o garoto imediatamente de volta aos seus braços.
A empresa resolveu apurar o caso e descobriu que a história não era bem como o jovem relatava. A confusão surgiu no dia que o jovem viu a mãe adotiva chegar do supermercado com um pacote de ração para cães. Na compra do produto, Na compra do produto, a norte-americana recebeu de brinde uma lata para acondicionar mantimentos – lugar ideal para guardar bolachas para oferecer ao brasileiro que passava um mês nos estados Unidos. Para o menino, a mulher estava querendo que ele comesse o mesmo que o vira-lata da casa.
A falta de comunicação entre quem não fala a mesma língua é um dos principais problemas enfrentados neste tipo de experiência internacional. Fora isso, ainda, existe a necessidade do jovem de assimilar rapidamente as regras de convivência com a família que o está hospedando, práticas geralmente bem diferentes das observadas na casa dos pais. “Morar no Exterior por determinado período exige preparo, maturidade e determinação”, afirma a psicóloga Andréa Sebben, responsável pelo atendimento psicológico dois intercambistas de quatro instituições que agenciam intercâmbio cultural em Porto Alegre.
O trabalho feito pela psicóloga consiste em um treinamento de até três meses antes do embarque, com reuniões em grupos e individuais. Os encontros prosseguem até um mês depois do retorno, com a intenção de acelerar o processo de readaptação. “Se alguma coisa de errado acontecer no intercâmbio, poderá causar prejuízos para o resto da vida do adolescente”, alerta Andréa.
A psicóloga conta que várias vezes depois de entrevistas jovens prestes a embarcar teve de aconselhar os pais a mudar de intercâmbio ou até mesmo cancelar o programa. Pais e mãe também recebem atendimento antes da viagem, na ausência dos filhos e na volta deles.
Os programas de intercâmbio cultural para jovens são basicamente de dois tipos. O primeiro, aconselhado para adolescentes com mais de quatorze anos, são os cursos de idioma em países onde a língua é falada. O outro programa é destinado a estudantes do 2º Grau. Eles podem se inscrever em escolas públicas dos Estados Unidos e da Europa para cursar um ano de High School. Para se candidatar a uma vaga, é condição básica ter um nível de inglês, no mínimo, intermediário e boas notas no colégio de origem. Alguns programas exigem um teste de avaliação escrita e oral durante o processo de seleção.
PRINCIPAIS PROGRAMAS
Estudos no Exterior custam entre US$ 1,5 mil e US$ 5 mil:
Cursos de idiomas
Peridiocidade média de um mês. Jovens estudantes e executivos ficam em casas de famílias escolhidas pelas instituições que dão os cursos ou alojamentos de universidades. Entre os mais procurados está o de inglês, nos Estados Unidos e na Inglaterra. Não há prazos de inscrições.
2º High School
Peridiocidade semestral ou anual. Destinado a estudantes de 2º grau no Brasil, com nível intermediário de conhecimento de língua do país onde vão estudar. Moram em casas de famílias escolhidas pelas instituições ou em alojamentos das universidades. Inscrições devem ser feitas com antecedência de vários meses.
Existem inúmeras instituições habilitadas a oferecer cursos de intercâmbio no Exterior, nos mais diversos países. Elas estão ligadas a universidades, cursos de línguas e agências de turismo.
A preocupação de Daniela
Daniela Marchiori, 17 anos, tem de se sentir só e de não ser entendida pelas pessoas durante os dois meses em que ficar nos Estados Unidos estudando inglês. O intercâmbio cultural foi o prêmio ganho pela estudante por sua aprovação no vestibular para o curso de Odontologia Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde começa a estudar em agosto. Durante sua estada em São Francisco, Califórnia, ela ficará, ela ficará na casa de uma família que se quer sabe o nome. “Dá um pouco de insegurança, nunca fiz isso antes”, admite. “Minha maior preocupação é que eles não me entendam”. Mesmo assim, ela não pensa em desistir. Daniela acredita que a experiência de viver fora da casa dos pais por um tempo ma fará amadurecer. “vai valer a pena, tenho certeza”.
A saudade de Tiago
“pais” norte-americanos e um irmão de Aracajú. Foi essa a família que o estudante porto-alegrense Tiago Schabbach de Lima, 17 anos, encontrou quando desembarcou na cidade de Bradenton na Flórida, Estados Unidos, para fazer um curso de inglês em janeiro. Visitas a museus e ao mundo de Walt Disney foram alguns dos programas feitos por Tiago em janeiro, ciceroneado por seus pais adotivos, George e Lari Ann. Em Porto Alegre, o aluno da 2ª série do 2º Grau do Colégio Maria Imaculada, sente saudade da vida na Flórida e dos três cães da casa, Mag, Husty e Samantha. Tiago pensa em volta para os Estados Unidos. “É outra civilização, há mais respeito entre pessoas”, diz.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Informe de Ensino
28/11/2006
TREINAMENTO – Hoje, ás 20h, Treinamentos Interculturais sobre como se preparar para estudar ou trabalhar no Exterior. A palestrante será Andréa Sebben. A atividade ocorrerá no auditório térreo do prédio 50 da PUCRS (Av. Ipiranga, 6.681, Capital) e é promovida pelo STB. Entrada Franca. Informações: 51-30221616 ou e-mail info@stbpoa.com.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Kazuka – Rolando por aí
25/11/06
Na terça-feira, no dia 28, ás 20h, no auditório térreo do prédio 50 da PUCRS, a Dra. Andréa Sebben apresenta a palestra TREINAMENTO INTERCULTURAL. A psicóloga é autora do livro Intercâmbio Cultural: Um guia para ser cidadão do mundo e colaboradora da Unesco no programa Cultura para a Paz. O treinamento proporciona uma maior adaptação dos intercambistas nos programas high school no exterior. O evento gratuito é promovido pela STB – Student Travel Bureau. Os lugares são limitados, por isso, confirme presença pelo e-mail info@stbpoa.com ou pelo telefone (51) 3022-1616.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Informe de Ensino
12/04/2006
INTERCÂMBIO – A psicóloga culturalista Andréa Sebben, especialista em vivências interculturais, fala hoje, ás 19h30min, sobre adaptação no Exterior. A palestra será realizada no espaço STB Brasas (Rua Anita Garibaldi, 1.515, Porto Alegre). Informações: 51-30221616.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Informe de Ensino
06/04/2006
INTERCÂMBIO – A palestra Adaptação do intercambista no Exterior: Como preparar-se? ocorrerá na quinta-feira, no espaço STB Brasas. A psicóloga Andréa Sebben, especialista em vivências interculturais, falará sobre adaptação, choque cultural e como superar as primeiras fases. Ás 19h30min na Rua Anita Garibaldi, 1.515, Capital. Informações: 51-30221616.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Informe de Ensino
06/04/2006
INTERCÂMBIO – Ocorre hoje no espaço STB Brasas, a palestra Adaptação no Exterior. A psicóloga culturalista Andréa Sebben, especialista em vivências interculturais, fala sobre choque cultural e como superar as primeiras fases. Ás 19h30min na Rua Anita Garibaldi, 1.515, Porto Alegre. Entrada franca. Informações: 51-30221616.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 30 de abril de 2008 no caderno Vestibular.
Profissão sem
fronteiras
Psicologia intercultural
ganha força com
a globalização
• Leia a matéria na íntegra em PDF »
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 25 de junho de 2008 no caderno Vestibular.
Dicas para intercâmbio
Viajar para o Exterior sozinho
é diversão. Mas é também
dúvida. Sobretudo quando se é
adolescente. Quem viaja, sempre
leva na mala algum receio,
mas não deixa de ganhar o
mundo e viver uma experiência
inesquecível. Confira as perguntas mais comuns dos
estudantes na hora de decidir por
um programa de intercâmbio.
As dicas podem servir para você
começar a planejar a sua viagem.
Depois, é só fazer as malas.
• Leia a matéria na íntegra em PDF »
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 15 de outubro de 2008 no caderno Vestibular.
Intercâmbio
em tempos de crise
Turismo jovem estudantil
deve ser o menos afetado
com a alta do dólar,
dizem especialistas...
• Leia a matéria na íntegra em PDF »
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 22 de abril de 2009 no caderno Vestibular.
Universidade para o futebol
Esta semana, a psicóloga gaúcha Andrea Sebben, que atua na área intercultural, assumiu como colaboradora da universidade...
• Leia a matéria na íntegra no site do Jornal Zero Hora»
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 30 de agosto de 2009 no caderno Empregos e Oportunidades.
Livro - Globalização e recursos humanos
Organizado pela psicóloga culturalista Andréa Sebben, Expatriados.com – Um novo desafio para os RHs trata da internacionalização das empresas, da necessidade de adaptação dos profissionais e famílias envolvidos neste processo, em diferentes contextos culturais.
• Leia a matéria na íntegra no site do Jornal Zero Hora»
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Matéria publicada em Zero Hora no dia 07 de maio de 2010
Uma aula para o craque 1
por Túlio Milman
Na Inglaterra, faça como os ingleses. O volante Sandro, do Inter, começou o embarque para a Europa. Contratado pelo Tottenham, começa hoje seu treinamento intercultural. Terá um curso intensivo nesta sexta-feira com as psicólogas gaúchas Gabriela Ribeiro e Andrea Sebben, que já presta consultoria para o real Madrid. Adaptar jogadores sul-americanos aos hábitos do Velho Continente é um baita desafio.
Uma aula para o craque 2
por Túlio Milman
As psicólogas irão apresentar a Sandro um tipo de mentalidade que pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso nos gramados europeus. No Brasil, o futebol é marcado pelo pensamento mágico: sorte, azar, se Deus quiser, destino. Na Inglaterra, espera-se que o profissional tenha controle sobre sua performance e o seu comportamento. Por isso, tantos não dão certo por lá.
|